Nem remédio da moda, nem cirurgia: o que realmente explica a perda de 45 kg de Adele

Sempre que uma celebridade aparece visivelmente mais magra, o julgamento costuma ser imediato. Nas redes sociais, surgem teorias sobre medicamentos para emagrecimento, procedimentos cirúrgicos ou soluções milagrosas. Mas alguns dos processos mais comentados dos últimos anos caminham na contramão dessa lógica — e o caso de Adele é um dos mais emblemáticos.

A cantora britânica, conhecida mundialmente desde o início da carreira, passou por uma transformação física profunda ao longo dos últimos anos. De acordo com publicações internacionais, Adele eliminou cerca de 45 quilos, mas o que mais chama atenção não é o número na balança, e sim a forma como isso aconteceu.

Diferente do que muitos imaginam, não houve cirurgia bariátrica nem uso de medicamentos como o Mounjaro, que sequer fazia parte do debate público naquele período. A mudança veio a partir de algo menos chamativo — e muito mais consistente: reorganização de hábitos.

Alimentação simples, rotina possível e foco no bem-estar

Adele passou a adotar uma alimentação mais natural, com menos ultraprocessados, além de inserir atividade física regular no dia a dia. Mas, segundo relatos próximos à cantora, o ponto de virada não foi apenas o prato ou o treino — foi o cuidado com a saúde emocional.

Ao reduzir níveis de estresse, melhorar o sono e criar uma rotina que respeitasse seu ritmo, o emagrecimento deixou de ser um objetivo obsessivo e passou a ser uma consequência do processo. O corpo respondeu ao novo estilo de vida, e os resultados vieram de forma gradual, porém duradoura.

Essa lógica — de olhar para a saúde antes do peso — também aparece em outra história bastante conhecida: a de Gisele Bündchen.

Gisele Bündchen: quando o foco não é emagrecer, mas viver melhor

Muito antes de Adele, Gisele Bündchen já havia falado publicamente sobre um período em que sua saúde não acompanhava o sucesso profissional. Ansiedade, rotina desregulada, excesso de estimulantes e alimentação desequilibrada faziam parte de um cotidiano que cobrava seu preço.

A decisão de mudança não teve como meta o emagrecimento. O objetivo era outro: equilíbrio. A modelo passou a priorizar alimentos naturais, regular o sono, praticar exercícios com constância e incorporar práticas de autocuidado, como meditação e conexão com o próprio corpo.

Com o tempo, a transformação física aconteceu — não como meta, mas como reflexo de um organismo que voltou a funcionar melhor.

O ponto em comum entre as duas histórias, segundo médico

Para o cirurgião geral Dr. Gabriel Almeida, que atua no acompanhamento de pacientes em processos de emagrecimento, os casos de Adele e Gisele ilustram um princípio fundamental da saúde moderna: não existe resultado sustentável sem estrutura.

“Quando sono, alimentação, movimento e controle do estresse entram em ordem, o emagrecimento deixa de ser um conflito diário e passa a ser consequência”, explica o médico.

Segundo ele, dietas restritivas e atalhos até podem gerar resultados rápidos, mas dificilmente se sustentam no longo prazo.

“O corpo muda quando o hábito muda. Não é o caminho mais curto que transforma, é o mais consistente”, afirma.

As trajetórias de Adele e Gisele reforçam uma mensagem cada vez mais defendida por especialistas: cuidar da saúde primeiro é o que, de fato, transforma o corpo depois.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Faça seu login ou crie seu cadastro

Art-life (Saúde e bem estar)
Reduza suas dores corporais proporcionando mais disposição para atividades físicas!

Vida saudável
Você quer ter mais energia, se sentir bem no seu corpo e garantir uma vida ativa por muitos anos?

Em breve

Rastrear pedido

Fale conosco

Perguntas frequentes

Políticas do site